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São Paulo 03/08/2021

Professora Sônia reforça nas redes sociais a campanha “Violência doméstica – não se cale!”

Professora Sônia reforça nas redes sociais a campanha “Violência doméstica – não se cale!”
Professora Sônia reforça campanhas de combate à violência contra a mulher

No final de julho, a Professora Sônia usou os seus perfis nas redes sociais, Facebook e Instagram, para falar com mulheres em diferentes cidades paulistas sobre a importância de combater à violência doméstica.

Ação é um convite à reflexão e conscientização de toda a sociedade para o fim da violência contra a mulher.  Além de reforçar a campanha do sinal vermelho contra a violência doméstica criada pelo Conselho Nacional de Justiça, em parceria com a AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros).

Professora Sônia afirma que violência é violência, e que ninguém mais pode fechar os olhos. “Cenas como a do DJ Ivis; a de Camaragibe, na Região Metropolitana do Recife – PE; da jovem de 22 anos em Batatais – SP e outras que ganham repercussão na mídia precisam ser combatidas. Não podemos nos calar e muito menos aceitar esse triste retrato da nossa realidade como se fosse algo normal, pois não é!”

Por meio da ação online, professora Sônia interage com mulheres da Grande São Paulo e cidades do interior sobre casos de violência, segurança pública, acolhimento, formas de denúncia, políticas públicas e conscientização. Os homens também aderiram à ação compartilhando e comentando as postagens com mensagens de apoio.

Segundo ela, o aumento dos casos de violência doméstica nos últimos meses tem fundamento em diversos fatores como a pandemia de Covid-19, o convívio em isolamento com o agressor, o uso exacerbado de álcool ou drogas ilícitas e mesmo problemas financeiros, porém, nenhum deles é justificativa para agredir uma mulher. “Não podemos mais permitir que atos de violência contra a mulher sigam ocorrendo. Precisamos da participação de todos nesse combate: mulheres, homens, família, amigos, governos, ONG’s e empresas, para conscientizar cada vez mais as pessoas, fazer valer as leis e diminuir o índice de violência contra a mulher no Estado”, disse Professora Sônia.

Pandemia e violência contra a mulher

Segundo dados do Ministério Público do Estado de São Paulo, na pandemia, mulheres vulneráveis tornaram-se ainda mais vulneráveis. Só em 2020, no início da quarentena, os casos de violência contra mulher aumentaram 30%, quando em março foram decretadas 2.500 medidas protetivas em caráter de urgência, no mês anterior, foram 1.934.

*Não se cale! Denuncie!

Disque 100.

Disque 181.

Ligue 180.