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Novos deputados federais do Solidariedade se reúnem após a Janela Partidária
A nova bancada do Solidariedade se reuniu nesta quarta-feira (08/04) para que os parlamentares se apresentassem. Os deputados federais Eduardo Velloso (AC), Márcio Honaiser (MA), Ribeiro Neto (MA) e Vanderlan Alves (CE) agora acompanham Paulinho da Força (SP) e Aureo Ribeiro (RJ) nos trabalhos do partido na Câmara.
Aureo Ribeiro, líder da bancada, explicou que o foco do partido em 2026 é a eleição e o aumento da bancada:
“Nós temos um objetivo hoje: o crescimento do partido. Esse crescimento vem sim de um aumento da bancada, e para isso o que o Solidariedade vai oferecer a vocês é uma grande flexibilidade para que vocês gerenciem suas campanhas nos Estados. Aqui não vamos mandar nas suas coligações e acordos. Queremos oferecer o ambiente favorável para que vocês alcancem o melhor resultado que vocês possam obter.”
Empolgação e novas experiências
O maranhense Márcio Honaiser agradeceu o apoio e disse que o objetivo dele no Solidariedade é eleger pelo menos três deputados no Estado pela legenda:
“Eu venho de uma família de produtores rurais, e tenho um envolvimento grande com o trabalhismo, com os movimentos sociais. Os movimentos estudantil e sindical já não são mais os mesmos e temos que nos reinventar para nos mantermos atualizados. Fico feliz ao ver que o Solidariedade tem os mesmos princípios.”
Ribeiro Neto, também do Maranhão, fez coro às palavras do companheiro de Estado:
“Decidi vir para o Solidariedade comprometido com a meta de eleger três deputados. Tenho espaço no Governo Estadual, aprovei 113 leis em um mandato, com foco no trabalho social, voltado para a ponta, prestando assistência à população. Acredito que melhor que falar é mostrar serviço, e quero também buscar novas lideranças para o partido, para em 2028 lançar novos candidatos no MA.”
Vanderlan Alves (CE) disse que, ao ser apresentado ao Solidariedade no Ceará, gostou do que viu:
“Eu achei o partido muito redondo, muito bem organizado no Ceará. Acredito que, com essa parceria, conseguiremos trazer dois deputados para a bancada nessas eleições. Venho aqui pra reforçar as fileiras do Solidariedade. No que precisarem, podem contar conosco!”
Eduardo Velloso, do Acre, agradeceu muito as boas vindas e lembrou que vem de um Estado com desafios enormes em infraestrutura:
“Eu fui o primeiro a me filiar ao Solidariedade e fiquei muito feliz com a minha recepção. Sou deputado de primeiro mandato e hoje tenho o desafio de ir para o Senado. Estou aqui para somar, espero fazer o partido crescer junto do Acre. Eu rodo por todo o Estado recolhendo as demandas da população, e vejo que o Estado precisa de investimento. Para vocês terem ideia, o Acre possui quatro municípios totalmente isolados, em que você só chega de avião! Precisamos fazer o Acre se desenvolver e o apoio que recebemos agora do Solidariedade é essencial.”
Convergência de objetivos
O presidente do Solidariedade, deputado Paulinho da Força, deu as boas-vindas aos novos integrantes da bancada e agradeceu a confiança dos novos parlamentares no projeto do partido:
“Feliz em ver que nossos novos integrantes se identificaram com nosso projeto e nossos ideais. Esses novos deputados do Solidariedade serão privilegiados na disputa eleitoral em relação aos demais concorrentes, pois essa fase de campanha, de buscar o voto, é quase individual. E o que nós oferecemos a nossos deputados é justamente isso: liberdade de decisão para tocar suas campanhas do jeito que melhor sabem fazer, apoiando mas deixando cada um tomar suas decisões individualmente para obter o melhor resultado. O Solidariedade evoluiu bem nos últimos anos, organizamos nossa atuação em mais de 20 Estados, e vamos trabalhar para, em 2027, termos uma bancada bem maior.”
Paulinho também refletiu sobre os efeitos da janela partidária desta legislatura:
“Agora que acabou a janela partidária, podemos dizer que foi muito desgastante. Na Câmara, ao todo 138 deputados trocaram de partido, um número muito expressivo. Eu particularmente acho que a janela pode acabar com a política, pois pode virar um balcão de negócios. Mas a experiência deve ajudar a ter uma reforma política. Votamos na Câmara a volta das coligações mas o Senado não quis votar. Acho que o melhor é voltar a ter as coligações nos Estados, voltar a fazer a política pra valer.”
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Bruno Angrisano / Solidariedade na Câmara